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Dirigentes do IFMA debatem propostas de regulamentos

Regulamentação da CPPD e Política de qualificação dos servidores foram pauta do Colégio de Dirigentes.
  • por Maycon Rangel
  • publicado 11/07/2016 14h05
  • última modificação 11/07/2016 14h05
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Dirigentes debatem pautas institucionais durante a 62ª Reunião do Coldir

Na sexta-feira (8), os diretores-gerais, diretores sistêmicos, pró-reitores e o reitor do IFMA participaram da 62ª Reunião Ordinária do Colégio de Dirigentes (Coldir), realizada no Hotel Abbeville, em São Luís. No espaço, foram discutidas as seguintes pautas: Regimento Interno da Comissão Permanente de Pessoal Docente (CPPD); Política de capacitação e qualificação dos servidores; e apresentação do método de consultoria da STEINBEIS-SIBE do Brasil.

 

Regimento Interno da CPPD

Desenvolver estudos relacionados à política de pessoal docente; emitir pareceres sobre remoção e redistribuição de professores, contratação e admissão de efetivos e substitutos, alteração do regime de trabalho docente, solicitação de afastamento de professores para programas de qualificação. Essas são algumas competências da Comissão Permanente de Pessoal Docente (CPPD), órgão previsto no Decreto nº 94.664/1987 (artigo 11) e na Lei nº 12.772/2012 (artigo 26).

Durante a reunião, o professor Valdir Mariano, membro da comissão que elaborou a proposta de Regimento Interno da CPPD, apresentou os principais pontos do documento: competências, estrutura, regime de trabalho, eleição das comissões locais e da comissão central e exercício dos mandatos. A plenária discutiu e apresentou contribuições ao texto. Após a inclusão dessas mudanças, a proposta será submetida ao Conselho Superior (Consup) do IFMA.

 

Política de capacitação e qualificação dos servidores

A Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progepe) está elaborando a Política de qualificação/capacitação dos servidores, que busca traçar diretrizes para a oferta de cursos de atualização, graduação, pós-graduação e participação em seminários voltados aos técnicos administrativos e professores do IFMA. Entre os meses de dezembro de 2015 e janeiro deste ano, o documento foi submetido à consulta pública no portal do Instituto.

O chefe do Núcleo de Capacitação e Desenvolvimento de Pessoas (NCDP/Progepe), Marcos Aurélio socializou o texto provisório da Política, explanando suas diretrizes e o modo como ela será operacionalizada. Durante a apresentação, ele explicou a diferença entre capacitação e qualificação: a capacitação compreende a oferta de cursos da educação não-formal, que servem para a progressão do servidor; já a qualificação se refere aos cursos de educação formal, tais como graduações e pós-graduações (especializações, mestrados e doutorados).

O primeiro passo para a implementação da Política se deu com o levantamento das necessidades de capacitação e qualificação dos servidores, que a Progepe realizou em parceria com a Diretoria de Gestão de Tecnologia da Informação (DGTI). A partir dos resultados apontados, será formulado um plano bianual de capacitação, com a oferta de cursos que concilie os interesses dos servidores e as necessidades institucionais.

 

Planejamento estratégico

O professor Peter Dostler, da STEINBEIS-SIBE do Brasil, apresentou o método de consultoria que a rede desenvolve em empresas privadas e entes públicos. A STEINBEIS-SIBE tem como foco os serviços de transferência de tecnologia e conhecimento, com atuação em todo o mundo, e foi recentemente contratada pelo Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif).

Peter Dostler falou sobre a necessidade de agregar inovação aos processos educacionais: “A Educação precisa ser repensada, inovada. Não podemos ser uma organização que reproduz conteúdos, é preciso desenvolver pessoas, formar personalidades criadoras”. O consultor afirmou que é necessário estabelecer uma nova plataforma entre a academia e a indústria, buscando-se construir uma ponte entre as pesquisas científicas e tecnológicas e as necessidades de inovação das empresas. Para exemplificar, mencionou o modelo alemão, em que existem parcerias entre as empresas, universidades e jovens recém-graduados, que são contratados para desenvolver projetos inovadores e aperfeiçoar os processos produtivos dessas empresas.

 

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