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Colégio de Dirigentes discute mudanças estratégicas no IFMA

Limitação de contratos e nova estrutura organizacional da Reitoria estiveram na pauta da reunião.
  • por Assessoria de Comunicação
  • publicado 10/10/2016 16h17
  • última modificação 10/10/2016 16h17
A 65ª Reunião Ordinária do Colégio de Dirigentes foi realizada no Campus Barra do Corda.

A 65ª Reunião Ordinária do Colégio de Dirigentes foi realizada no Campus Barra do Corda.

Foi realizada na última quinta-feira (6) a 65ª Reunião Ordinária do Colégio de Dirigentes (COLDIR) do Instituto Federal do Maranhão (IFMA). Desta vez, o evento foi sediado pelo Campus Barra do Corda e a diretora-geral da unidade, professora Marinete Lobo, iniciou as atividades dando boas-vindas aos dirigentes do Instituto, apresentando as ações da unidade barra-cordense e introduzindo dois momentos culturais conduzidos por estudantes do campus: um show musical e a declamação de um poema de autoria da diretora do campus.

A reunião foi marcada sobretudo pela apresentação de propostas referentes a mudanças e posturas estratégicas frente ao cenário de crise e cortes orçamentários. As alterações previstas passam pelo remanejamento de despesas, instituição de uma nova estrutura organizacional para a Reitoria e realização de um novo planejamento estratégico institucional.

Limitação de gastos

A primeira pauta foi apresentada pelo pró-reitor de Planejamento e Administração, professor Carlos César Teixeira. Ele expôs detalhes da Portaria nº 6.114, de 3 de outubro de 2016, de limitação de gastos para contratação de bens e serviços, diárias e passagens. O pró-reitor explicou que as razões para a emissão da portaria foram o contingenciamento orçamentário para 2016 determinado pelos ministérios do Planejamento e da Educação (MEC), além do Relatório de Auditoria Anual de Contas nº 201601452 da Controladoria-Geral da União, recomendando a redução do quantitativo de profissionais terceirizados.

Para atender a nova limitação orçamentária, decidiu-se pela redução de despesas da ordem de 15% com contratos de motorista, 25% com limpeza e conservação, 25% com terceirização de mão de obra, 31% com diárias e passagens, 59% com serviços de telefonia móvel e 68% com reprografia.

Teixeira destacou também os desafios impostos pela redução do orçamento previsto para 2017, paralela à demanda crescente para o funcionamento de unidades da terceira fase de expansão do Instituto. Ele pontuou, ainda, que a proposta de economia para 2016 deverá ser equilibrada por uma realocação dos recursos para as demandas que devem ser atendidas em 2017. “Entendo que essa discussão é necessária para garantir a continuidade do nosso projeto enquanto instituição”, defendeu o pró-reitor.

Nova estrutura administrativa da Reitoria

Para apresentar o resultado do Grupo de Trabalho (GT) de Reestruturação Organizacional da Reitoria formado em 2015, a economista do Campus Monte Castelo, Silvana Pereira, tomou a palavra em um dos momentos da reunião. Ela apresentou a proposta de reformulação do organograma da Reitoria do Instituto, destacando que a matéria ainda precisa passar pela apreciação do Conselho Superior (CONSUP), que é responsável pela emissão de Resolução e pelas adaptações no Estatuto e Regimento Geral.

“É uma proposta de reestruturação organizacional apenas na Reitoria e esse diálogo começou a ser construído com os pró-reitores e os diretores sistêmicos. Um ano depois, chegamos a esse modelo que estamos apresentando”, relatou a representante do GT. Ela também pontuou que o projeto de reformulação foi fundamentado pelo disposto nas portarias nº 246/2016 e nº 1291/2013 do MEC.

Uma das principais mudanças propostas na reestruturação é a criação do cargo de diretor executivo, que será a autoridade com competência para tratar, juntamente com o reitor, de aspectos mais burocráticos do gabinete da Reitoria. Outro destaque da proposta é o surgimento de uma nova pró-reitoria, que deverá cuidar de assuntos referentes ao Planejamento e Desenvolvimento Humano. No modelo apresentado, as diretorias sistêmicas passam a ser incorporadas às diversas pró-reitorias. “Isto está sendo feito diante da escassez de recursos de funções e para otimizar alguns serviços, mas queremos ter a consciência tranquila de deixar um legado produtivo e qualitativo na busca pela excelência”, pontuou o reitor.

Planejamento estratégico

Em outro momento, houve a assinatura de um contrato de consultoria com a Steinbeis, organização alemã que tem desenvolvido um planejamento estratégico para o Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal (Conif) e agora começa um trabalho da mesma natureza no IFMA. O reitor Roberto Brandão e o diretor-executivo da Steinbeis, Peter Dostler, aproveitaram o espaço na reunião do COLDIR para formalizar a parceria.

65-coldir-barra-do-corda-6Na ocasião, Dostler expôs brevemente como será feito o trabalho de desenvolvimento e implementação desse planejamento estratégico institucional, que deverá durar dois anos e incluirá a revisão do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), a modelagem de processos-chave, além da viabilização de planos operacionais e de TI. “É um trabalho que não visa somente entregar papéis, mas principalmente entregar resultados”, enfatizou.

Brandão e Dostler também falaram sobre a proposta de oferecer, por meio da Steinbeis, um mestrado profissional para os servidores do IFMA inteiramente voltado a pesquisar soluções que atendam a diversas dimensões da gestão no Instituto.

Representação no Conselho Superior

Durante a reunião, também foram eleitos os novos representantes dos diretores-gerais no Conselho Superior (CONSUP) do IFMA. Os titulares escolhidos foram os professores Valdir Damascena, do Campus Barreirinhas, e João da Paixão, do Campus Caxias. Os suplentes são os diretores do Campus Imperatriz, Saulo Cardoso; do Campus Açailândia, José Werbet Silva; e do Campus Bacabal, Maron Gomes.

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